Numa qualquer votação sobre os momentos importantes dos livros de Harry Potter que tinham sido cortados nos filmes. chegaram a este "TOP 5". Eu discordo, na sua grande maioria. Concordo apenas com o 2, o encontro com os pais do Neville. Acho a história da família Gaunt importantíssima, e ficou totalmente ausente. Da mesma forma, o enigma das poções foi um mau corte, assim como um que aqui não aparece referido: a Winky! Apesar de poder bem ser cortado, creio que seria lindo ver a Luna a narrar um jogo de "Quadribol" :D
Mostrar mensagens com a etiqueta Livros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Livros. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 15 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
domingo, 13 de julho de 2014
Crónicas de umas férias #2
Eu sou um consumista compulsivo... no que diz respeito a livros. Então, porque razão quando eu chego ao meu destino de férias tenho de encontrar uma placa a dizer "FEIRA DO LIVRO"! Porquê?? Tive de ir lá, e tive de gastar lá dinheiro. 17.50€ apenas, porque felizmente aquela feira não tinha grande coisa!
Mas não há direito!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Excertos de livros
-Recomendo um bom whisky com soda sem gelo - declarou.
- Recomenda tia Jane? Pois não digo que não.
- Eu própria lho vou preparar - disse Miss Marple, levantando-se.
(...)
Dirigiu-se a um armário no canto, abriu-o e tirou uma garrafa, um sifão de soda e um copo.
- A senhora é um poço de surpresas - disse Dermot Craddock. - Não fazia ideia que era isso que tinha no seu armário do canto. Tem a certeza que não bebe às escondidas, tia Jane?
- Ora, deixe-se disso - Miss Marple admoestou-o -, nunca fui defensora da abstinência. É sempre bom ter uma bebidazinha forte em casa para situações de emergência. Em momentos desses é imprescindível. Ou, claro, um cavalheiro que chega inesperadamente.
"O Espelho Quebrado", de Agatha Christie, pp. 187-188.
Adoro estes momentos de humor em Agatha Christie...
terça-feira, 24 de junho de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Qual o livro do teu ano?
Fui dar a este site. E fiquei a saber os livros do ano do meu nascimento (assim como do Ruben, do Inefável e do Aaron - creio que não estou a perder nenhum!).
São "O Alquimista" de Paulo Coelho e "A Imortalidade" de Milan Kundera. Já li o primeiro. E vós, caros comparsas de colheita de 88, já os leram?
E demais amigos blogueiros, já leram o(s) livro(s) do vosso ano?
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Francisco Salgueiro - Post dedicado ao Coelho :D
Não comprei ainda o livro, mas já li dois deste autor e adorei (O Fim da Inocência, I e II). Gosta da escrita dele. E o rapaz até é giro. E tem uma voz sexy :D
Coelho, quando vires o vídeo, perceberás porque te é dedicado :D
domingo, 15 de junho de 2014
Os piores livros de sempre
Observação prévia: isto é uma mera opinião. Cada um poderá ter uma opinião diferente.
Depois de um primeiro olhar, reparo que três deles foram leituras obrigatórias: o Amante, Aparição e o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá. É deste último que me vem o trauma com o português do Brasil.
Ainda em relação às leituras obrigatórias, em 32 com cinco estrelas, cinco foram leituras obrigatórias da escola.
"Hoje não", de José Luís Peixoto, foi o único livro que li dele, e sinceramente pareceu-me uma coisa sem sabor. Toda a gente diz maravilhas do homem, mas eu sinceramente, depois desta experiência, não tenho grande vontade de voltar a tentar...
"Não há coincidências" e "Sei lá" são dois romances feministas de MRP. Para mim, feminismo é o género feminino de machismo, pelo que o feminismo é tão reprovável como o machismo. E nestes livros, MRP coloca uma tónica de mulheres emancipadas que não precisam de homens para nada e que são boas como tudo. Não gostei, simplesmente. Talvez porque sou gay... LOL
"O Amor é Fodido" é fodido de ler. Depois de algumas risadas, o livro não passa muito do "minha puta, minha vaca". Este é a exceção que não consegui acabar de ler, e em quem perdi a esperança de algum dia conseguir...
"Trás-os-Montes" é outra coisa estranha, em que o argumento anda todo muito no ar e não se percebe grande coisa. É uma história que começa a meio e que fica a meio quando o livro acaba. Foi um prémio qualquer, e eu tenho uma fraca relação com prémios, da qual este livro foi o expoente máximo.
"A Regra de Quatro" é um livro que podia até ser um romance erótico gay, pelo título, mas que na verdade é uma espécie de Dan Brown altamente secante. Passa-se numa universidade qualquer norte-americana e é simplesmente horrível de se ler.
Por fim, "O Segredo do Senhor Ninguém" é um grande segredo. Tão secreto, que apesar de já o ter lido há uns anos, lembro-me de ter acabado de ler o livro e não ter percebido um cuzinho de qual era o segredo do homem. É considerado um livro de jovens, contudo, serão jovens muito eruditos, para o conseguirem perceber...
E agora pergunto: qual o pior livro que alguma vez leram? (é uma simples opinião, claro está)
sábado, 14 de junho de 2014
Jogos da Fome
- Finnick? – acrescento. –
Talvez… umas calças?
Ele olha para as pernas como se
estivesse a reparar pela primeira vez no que traz vestido. Depois tira de
súbito a túnica do hospital, ficando apenas de roupa de interior. – Porquê?
Achas isto – ele adota uma pose ridiculamente provocadora – perturbador?
A Revolta – Suzanne Collins – p. 64
Depois de ler previamente o livro antes do filme sair, deparamo-nos com
esta bela passagem. Aguardo pacientemente pelo filme, esperando que esta cena não
seja cortada. O ator em questão já entrou no segundo filme, e é o menino das fotos.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Feira do Livro
Também eu já me desloquei à cidade para esse fantástico evento no Parque Eduardo VII chamado feira do livro.
Recebi ainda um vale para descarregar um ebook nesta página, mas não sei qual escolher :(
Sensivelmente a meio, há uma passagem entre os dois lados, onde somos brindados com uma série de cartazes com frases fantásticas, que não quero deixar de comentar:
Por isso é que temos o país que temos. A imprensa, para mim vale muito pouco e é pouquíssimo imparcial. Os resultados viram-se, por exemplo, nas últimas Europeias, onde a abstenção atingiu níveis recordes e se assistiu a uma subida vertiginosa de Marinho Pinto.
Desconhecia. Eu por acaso gosto bastante de autores portugueses e tenho alguns (o marketing tem muita influência em mim, admito, não terei os autores alternativos que muitos de vós lêem). Mas, a ser verdade, é um dado que me deixa bastante feliz.
Então pois claro que são. A malta anda tesa que nem um carapau, querem que eles vão para onde?
E pronto, o resultado final da feira do livro foi este. Muitos eram livros do dia e cedi às promoções do capitalismo da Porto Editora (5€ de desconto automático em 30€ de compras) e da Leya (quatro livros - oferta do mais barato).
Recebi ainda um vale para descarregar um ebook nesta página, mas não sei qual escolher :(
domingo, 8 de junho de 2014
Excertos de livros
"- Ele diz que o teu corpo é estranho e quer ver-te nu, senhor - informou o interprete.
(...)
O alemão despiu-se, então, no centro da clareira e o chefe, vindo a medo até junto dele, tocou-lhe os braços e as pernas e exprimiu a sua surpresa em frases que o interprete traduziu:
- Tu és verdadeiramente um homem, mas muito feio... E tão branco como o demónio."
Uma Fazenda em África, de João Pedro Marques
(Nota: isto é um romance histórico, passado no séc. XIX, no meio da África, naquelas aldeias indígenas, onde raramente aparecia um branco)
A imagem é bastante sugestiva, não? xD
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Estantes dos Livros
Encontrei este artigo na net, sobre organização das estantes de livros.
E bem, eu tenho uma organização muito própria, que creio que se enquadrará no mix "por tamanhos" e "por temas". A dificultar a coisa está o facto que eu não tenho uma mas sim cinco estantes de livros... LOL
Então, a primeira, mais antiga e com prateleiras mais baixas, tem livros juvenis, como as coleções "Uma Aventura", "Triângulo Jota", entre outras. Tem também livros de bolso e daquelas coleções muitos portuguesas, como a Europa América ou a Ulisseia.
A segunda tem essencialmente literatura. Coleção "Grandes Narrativas" da Presença, assim como outros da presença com o mesmo tamanho. Daniel Silva, Dan Brown, Luís Miguel Rocha, Romance Histórico, Literatura Erótica e literatura dos PALOPs.
A terceira prateleira tem política, policial, literatura e poesia portuguesa, assim como a fantasia (Hunger Games e Harry Potter). A quarta prateleira tem etnografia e literatura científica das minhas áreas de formação. Por último, a sexta prateleira é dedicada à História de Portugal e História da Arte Portuguesa.
E fazendo um pouco ao estilo do Miguel R: como é que vós arrumais as vossas prateleiras dos livros?
terça-feira, 13 de maio de 2014
Livros & Leya
Recentemente li esta notícia, em que se diz que as obras de Saramago vão deixar de ser publicadas pela Leya-Caminho. É referido que se Saramago fosse vivo, não deixaria de publicar os seus livros na Caminho. Contudo, pergunto-me se a Caminho que Saramago conheceu é a mesma de hoje em dia...
Não sou um expert no assunto. Longe disso. Contudo, enquanto consumidor regular de livros, esta junção de várias editoras no Grupo Leya trouxe-me mais dissabores que outra coisa. Dando apenas um exemplo, os livros de Agatha Christie, que creio que até já nem pagam direitos de autor, aumentaram 25% quando passaram para a Leya. É o principal exemplo, contudo existiram outros. Não sei se a ASA teria capacidade ou não para continuar sozinha, contudo esta junção das editoras em dois grandes monopólios (O Leya e o da Porto Editora) inflacionou e inflaciona muito o preço dos livros.
Acho que todas as grandes editoras portuguesas estão afetas a um destes grupos. Continuam a existir pequenas editoras que, contudo, não têm a expressão destas, talvez com exceção da Esfera dos Livros, que não está ligada a nenhum dos grupos, mas cujos livros são igualmente caros.
Já alguns autores "bateram" com a porta. As obras de Saramago foram o segundo grande exemplo que conheço. O primeiro foi Miguel Sousa Tavares, que começou a editar as suas obras no "clube do autor".
Para além disto, devo dizer que as editoras portuguesas, na minha opinião, não têm grande primor na elaboração dos livros físicos. Tipo, tenho a coleção do Harry Potter em inglês, e existia a possibilidade de capa dura ou capa mole. Eu sempre preferi a capa dura, porque acho mais bonito, e sobretudo em livros que sei que gosto, não me importo de pagar um pouco mais. Na verdade, os que não comprei em 2.ª mão, custaram-me cerca de 15€.
E poderiamos pensar, "ah, mas isso é uma estratégia para as pessoas aderirem ao E-Book". Pois, a verdade é que eu, que não aprecio muito o género, não me sinto impelido a comprar um e-book, porque ele custa quase tanto como o livro físico.... Na Wook, um livro da Agatha custa 11.25€, e o ebook custa 8.99€. Diferença de pouco mais de 2€. Vale a pena? Eu acho que não...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Luís Miguel Rocha
Tinha dito algures que ia publicar aqui a entrevista dele recentemente no Sol. Ele scannou as páginas e colocou na página dele do FB, por isso, se quiserem ler, vão lá.
Gosto muito da sua escrita. Arma as suas narrativas sem nos estar a levar em direcção a determinado local, para depois dar uma reviravolta e ser tudo ao contrário. Com LMR não conseguimos descobrir onde a história vai parar. E ainda bem que assim é.
Acho que este é um dos muitos aspetos que o distingue de Dan Brown, a quem gostam de comparar. Com exceção do livro deste último, "Anjos e Demónios", nenhum dos seus livros versa a temática "Vaticano", ao contrário de LMR que tem já o quinto livro a sair sobre este tema. E não sendo eu um grande crítico literário, posso dizer que as construções narrativas dos seus livros estão melhor feitas que as de Dan Brown. DB é sempre mais do mesmo. Vale muito pelo "cenário" que constrói, mas o argumento pode reduzir-se a algumas linhas: um homem (em quatro dos seus livros é Robert Langdon) e uma mulher andam atrás de qualquer coisa, e parecem ter alguém a ajudá-los e alguém a prejudicá-los. Chegamos ao fim, e quem os prejudicou, na realidade ajudava e quem os ajudava na realidade estava a prejudicar. LMR vai muitoooo além disto, pelo que, se fosse o autor, quase tomaria a comparação como um insulto.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Perdi o amor a 25€
Como se fosse difícil eu gastar dinheiro em livros...
Horatius <3 Livros
Será uma das minhas próximas leituras :D
sábado, 15 de março de 2014
Os meus problemas com as trilogias
Gosto muito de ler livro com continuidade, isto é, que se alongam em mais de um volume. Apesar de ser um fã incondicional de Harry Potter, que se estendeu ao longo de sete volumes, sou também fã das trilogias, e já li várias (p. ex, a Trilogia das Aventuras da Águia e do Jaguar, da Isabel Allende, que falei no meu abecedário dos livros, assim como os Jogos da Fome).
Contudo, comprei recentemente um livro, pela net (como faço frequentemente - evito entrar numa livraria, porque sei que saio de lá com a carteira mais vazia). E quando vou a ler sinopse, vem logo dito que assim se encerra a trilogia. É boa. Vou ter de comprar os outros dois... mas para outro mês, que neste o planfond para livros está esgotadissimo.
O problema é que já é a segunda vez que isso me acontece. Tenho igualmente o terceiro volume de uma outra trilogia (apesar deste me ter sido oferecido), da qual nunca mais comprei os outros dois volumes, pois não consigo encontrar-los.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Instantâneos – O livro da Margarida
Poderia dizer muita
coisa. Poderia não dizer nada. De uma forma geral, posso simplesmente dizer que
gostei. A escrita é na primeira pessoa, algo que me agrada. Por norma, sinto um
maior envolvimento com o livro que estou a ler quando isso acontece. Foi também
o livro da “minha primeira vez com um ebook”. Não fiquei grande fã, admito.
Para este género de pequenos contos, acho que não me importo. Seria incapaz de
ler os “Jogos da Fome”, por exemplo, neste formato.
Contudo, vou debruçar-me
sobre o conto que mais gostei. Foi “A morta”. Transmite uma mensagem, ainda que
triste, muito importante para mim: temos de dar o devido valor às pessoas
enquanto estão vivas. Com efeito, encontramos ali uma “tia-avó” morta que tem
toda a família reunida à sua volta. Mas está morta. Quantas vezes conseguiu
reunir toda aquela gente enquanto viva? Não teria sido mais feliz e alegre se
isso tivesse acontecido enquanto era viva, ainda que todos “faltassem” ao seu
funeral? Não teria dado mais valor? Não existiria mais felicidade?
Mais uma vez, dou os
meus parabéns à Margarida. Desta feita, com a consciência do que é o seu livro,
porque já o li. E fico à espera da sequela. :D
quinta-feira, 6 de março de 2014
Marcadores de Livros...
Eu coleciono marcadores de livros (e as vezes não tenho nenhum, porque estão todos dentro de algum livro).
O marcador que tenho no livro que ando a ler agora é de uma peça de teatro. Este tem a imagem abaixo. Então no outro dia estava a ler, e senti-me incomodado com o olhar da Eunice... Acho que tenho de mudar de marcador...
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Citação
"Só pessoas muito tacanhas, os que nunca viram nada senão o seu próprio umbigo, é que se julgam superiores aos outros e até se sentem no direito de os perseguir."
AMM & IA
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















