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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Parabéns aos Noivos


Parece que o Tom Daley se casou no Sábado. 
Parabéns aos Noivos :) 


(adoro casamentos especialmente pela parte da comida)

terça-feira, 7 de março de 2017

Notícias sobre discriminação

Uma das razões pelas quais me considero cada vez mais Cristão e menos Católico. 
E tenho a dizer que esta malta de Castanheira tem de ter tomates para fazer frente ao padre desta maneira: 

Castanheira de Pera: Coro de Igreja em voto de silêncio até que maestro homossexual volte a cantar
“Eles não dizem, mas isto tudo é porque ele é ‘gay’. Só depois de ele ter assumido é que começou a confusão”, defendeu Piedade Oliveira membro do coro de igreja. Por duas vezes, uma no passado domingo e outra no domingo anterior, a população de Castanheira de Pera alinhou num protesto, em plena celebração da missa, que teve por finalidade a readmissão de João Maria, o jovem coordenador do coro da igreja local. O grupo coral vestiu-se de preto e não actuou nas duas celebrações, mostrando-se solidário com o maestro. Durante a missa, houve até quem se levantasse e pedisse a confissão, e, ‘confessando-se’ em plena celebração religiosa, tecesse críticas em relação à situação, defendendo que apenas voltou à igreja desde que o coro dirigido pelo jovem começou a actuar. O jovem, de 21 anos, foi retirado das funções no coro paroquial pelo pároco da igreja de Castanheira de Pera e pelo vigário Pedro Miranda, que, num ofício dirigido ao bispo de Coimbra, alegadamente acusaram João Maria de furto e indisciplina. As alegadas acusações começam quando João Maria e uma comissão formada por quatro outros jovens decidiram reavivar uma tradição da vila, a festa de São Domingos, padroeiro de Castanheira de Pera. A comissão dinamizadora do festejo estipulou que a verba angariada reverteria para a compra de um novo órgão para a igreja.
(Notícia do Diário de Leiria)

Com todas as reticências que a imprensa hoje em dia merece...

domingo, 12 de junho de 2016

Beijos em público

Ontem, no meio de uma praça super-hiper movimentada, vi um casal gay dar um beijinho. Nada de especial, um beijinho na face. E ninguém olhou de lado. E eu achei muito fofo e estava altamente babado... 

quarta-feira, 2 de março de 2016

Trabalho

Aquele dia em que te colocam um estagiário no serviço e o gaydar não para de apitar!
E o rapazinho até e simpático....

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

29 de fevereiro

- Hoje é aquele dia que só existe de quatro em quatro anos. Sempre gostei destas coisas fora do comum, e lamento muito não ter nascido neste dia. Seria mais uma forma de justificar as minhas excentricidades. :P
Ainda assim, os meus parabéns a todos os aniversariantes deste dia. Afinal, não é todos os anos que comemoram o seu aniversário...

- Coincidência ou não, foi hoje publicado em Diário da República a Lei 2/2016, que termina com as diferenças entre casais heterossexuais e homossexuais no que à adoção diz respeito, e que entra amanhã (primeiro dia do mês posterior à sua publicação) em vigor. A partir de amanhã, acabam as diferenças, do ponto de vista legal, entre os casais heterossexuais e homossexuais. Agora é "só" começar a partir mentalidades...  

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Em contagem decrescente

Faltam exatamente 44 dias para que esta promessa não cumprida chegue ao fim. E nem com o seu sucessor eleito (que será mais do mesmo, e dou os meus sentimentos a todos os portugueses pelo que vamos penar com esta alma),  ele deixa de fazer das suas...

E sim, estou ressabiado com o resultado. Não tanto pelo que o "meu candidato" teve, mas sim porque não houve segunda volta. Eu queria essa emoção, porque quando isso aconteceu da outra vez ainda não tinha nascido... Lol

domingo, 24 de janeiro de 2016

Coisas em dia de eleições

Conversa à porta da Assembleia de Voto
MULHER: Não é pandeleiro, é gay! Tenho que te andar a ensinar estas coisas...
HOMEM: a diferença entre o gay e o pandeleiro é que um é rico e o outro é pobre...

Assim vai a postura dos portugueses quando acabaram de exercer o seu direito fundamental. Não é espanto que votem tão mal, com estas conversas, num sitio onde se deviam dar ao respeito e, pelo menos aí, perceberem que somos todos iguais...

Eu cá fui a ouvir a Grândola Vila Morena no carro até lá :-D

domingo, 17 de janeiro de 2016

Preciso de novos amigos...

Aqui há um tempo, falei desta situação. O blog é essencialmente um espaço de parvoeira minha. É raro vir aqui falar de um assunto sério, mas hoje é dia disso... 

Aquele casal amigo de quem, gradualmente, me fui afastando. Procurei só estar com os dois, já não ficava até tarde nos serões, depois do jantar no restaurante ia logo para casa. Os jantares e os cafés foram-se espaçando. Este ano ainda não estivemos juntos. 

A história das orgias e dos engates, que falei no outro post, chegou-me em segunda ou terceira mão (uma amiga a quem contaram que lhe contaram que tinham visto). Na passada semana, um amigo contou-me que, ao passear um local onde há engates, foi abordado pelo elemento do casal que anda a dar as facadinhas na relação. Tipo, ele disse-me "eu vi". Sempre tive a esperança que aquela história, que me repugnava, fosse uma mentira. Mas afinal parece que não é. 

Como uma desgraça nunca vem só, a minha amiga comum com eles contou-me que soube pela mesma "fonte" que este que anda em orgias apanhou uma DST. E que transmitiu essa mesma DST ao namorado. 

Chamem-me retrógrado, preconceituoso, o que quiserem. Esta atitude repugna-me. Ter uma relação, por os cornos ao namorado/ marido (vivem juntos...), este descobrir, continuar no mesmo, não se arrepender, não respeitar o outro... Não consigo perceber, a sério! 
O outro, encornado, sabe que é, que o outro está sempre a pular a cerca, zanga-se, mas não mete um fim a isto. Apanha uma doença por causa dos devaneios dele, e continua tudo na mesma. Não consigo compreender! 

A vida é deles, eu sei. Não tenho nada com isso, também sei. Mas incomoda-me. E se quem está mal, muda-se, eu tenho de me mudar. Tenho consciência disso. Os encontros passaram a ser mais raros, mais frios, com menos à vontade. Pelo menos da minha parte. 

Conclusão: preciso de novos amigos... LOL

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Sabes que es gay quando...


No dia em que te armas em capitalista e decides ir tomar o pequeno-almoço fora, escolhes uma mesa estratégica para apreciar o rabo do rapaz que está a tomar o pequeno-almoço ao balcão... 

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Adoção II

As votações já foram, e parece que foram aprovados os projetos de lei para que os casais homossexuais possam adotar.
Não mandem já foguetes, que isto agora vai baixar a comissão e só depois é que volta a plenário para votação final.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Adoção

A crise e marcada pela comunicação social. De um momento para o outro deixou praticamente de existir crise política em Portugal e a única crise que existe é a dos atentados de Paris.

Com tudo isto, praticamente não se falou que hoje se iniciou o debate sobre a adoção de.crianças por parte de casais homossexuais.
Veremos o resultado...

sábado, 7 de novembro de 2015

Coisas

Há uma pessoa que, academicamente falando, sempre tive curiosidade em conhecer. Chegamos a falar várias vezes por email.

Hoje proporcionou se esse conhecimento. Foi um "finalmente que nos conhecemos". Pedi lhe para assinar o livro dele que comprei já há cinco anos. Dei lhe o meu.

E o meu gaydar apitou. Várias vezes....

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Encontros

Encontrei o namorado de um amigo numa cerimónia religiosa numa terriola. Como manda a boa educação, cumprimentei-o. E ele cumprimentou-me. (não conversamos, porque o ambiente estava longe de ser propício a isso). 

Contudo, a pessoa com quem estava perguntou-me logo "conhece-lo?". E depois, quando regressava perguntou-me de onde o conhecia. Tentei dar uma resposta evasiva, apesar de ter mentido. 

E com isto tudo fiquei a pensar: será que criei algum "problema" ao rapaz? (por ele ter de "justificar" de onde me conhece?) 

domingo, 11 de outubro de 2015

O último cabalista de Lisboa


Ando há que tempos para comprar este livro. Então não é que o autor é o marido do Quintanilha? 

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Para desanuviar do tema eleições

Alguém já viu fotos do casamento do Tom? É que já me fartei de procurar e não encontrei. 
E sabem, eu adoro casamentos :D







domingo, 4 de outubro de 2015

2.ª Reflexão em dia de eleições (ou será mais a continuação da anterior?)

Os meus amigos não-gays estão ligados a algum momento da minha vida (vida escolar ou laboral). Uma vez, logo no inicio da faculdade, a prof. de psicologia disse que os amigos que fizéssemos naquela altura seriam os amigos para a vida. Estamos fora de casa, os amigos são a nossa família. Era com eles que passávamos os serões, almoçávamos, jantávamos. Não poderei concordar mais. Hoje não estou com os amigos dessa altura todos os dias, acho que alguns passo anos sem os ver. Contudo, quando nos encontramos, é como se não nos víssemos desde o dia anterior. 

Comecei a aceitar a que gostava de homens mais ou menos no início do segundo ano da faculdade. Contudo, pela confusão e por todos os preconceitos que tinha impregnados de 18 anos de vida num meio rural, nunca entrei em confidências com ninguém. Comecei a namorar no início do último ano da faculdade. Em abril desse mesmo ano fomos para estágio. Os meus amigos (ou melhor, amigas, só havia outro rapaz no grupo para além de mim), conheceram o meu ex como um amigo. Nunca se aperceberam (acho eu) que ali havia algo mais que simples amizade e não partilhamos o dia a dia o tempo suficiente para eu me decidir a dar o passo de lhes contar. Hoje, atendendo ao tempo que estamos juntos, acho que não vale a pena. 

Da escola saltei para o meu primeiro emprego, o segundo onde estive mais tempo (um ano, cinco meses e dois dias, para ser preciso), e o único onde criei amigos que chegam aos dias de hoje. O tempo que lá me mantive, por razões várias, não foi o suficiente para criar a base necessária a fazer tal revelação. Ou talvez achasse, inconscientemente, que isso poderia afetar o espírito da equipa em questão (havia lá um elemento, que apesar de não ser homofóbico, deixava-me algumas reticências). A verdade é que nunca coloquei essa hipótese sequer em cima da mesa. Entretanto saí, e a situação passou a ser idêntica aos colegas de faculdade: já não estávamos juntos todos os dias, já não valia a pena entrar nesse campo da minha vida. 

Bem, à coisa de um ano, por razões que não vêm agora ao acaso, aproximei-me de alguns amigos deste primeiro emprego. Mais precisamente três amigas, das quais duas ainda lá trabalham. Não direi que o convívio é diário, mas anda lá perto. E começa a fazer mossa, hoje que sou uma pessoa com a minha sexualidade mais resolvida e emocionalmente mais estável (quando lá trabalhei ainda andava na fase bi-gay). Não dizer que não posso porque estou com o meu namorado, por exemplo, é uma coisa que me custa. Além de que, sem querer, vou-me descuidando aqui e ali. Ainda no outro dia, ia de carro com uma delas, e já não sei bem a propósito de quê, disse na brincadeira "pois, liguei o meu modo diva". Depois de ter dito isto pensei "raio, esta foi um bocado gay". Mas ela ou não percebeu ou fez que não percebeu.

E pronto, tudo isto para dizer que começo a equacionar fazer uma saída do armário para estas três amigas. Sobretudo para uma (a que lhe falei no modo diva), não por causa disso, mas porque é a mais open-mind e sei que não me julgará e que ficará tudo na mesma entre nós (ou talvez se cimente melhor a amizade que temos). Apesar de ainda estar no "equacionamento" da coisa, porque eu sou uma pessoa complicada e tenho de pensar muito sobre as coisas antes de dar o passo, creio que ela vai reagir bem e a nossa relação não vai esfriar. 

A fazer isto, será uma nova experiência. Tenho 27 anos. Aceitei que gostava de homens há sete. Nunca contei a ninguém que era gay. Quem o sabe, conheceu-me assim. A prespetiva de o fazer, deixa-me a tremer... 

Reflexões em dia de eleições...

Não, desta vez não vou falar de eleições. Vou falar da amizade e de amigos. E da sua relação coma homossexualidade. 

Sobre a minha orientação sexual sabem apenas os meus amigos gays (e gays conhecidos que não são amigos) e tenho também uma amiga que sabe e não é lésbica. Contudo, conhecia através de um casal gay amigo. 

Em relação a este dito casal, conheci um dos elementos há uns anos valentes, no tempo do gaydar. Ainda antes de namorar com o ex, por isso devemos estar a falar de 2008. Fomos travando amizade com o tempo, entretanto conheci o namorado dele. Quanto terminei com o meu ex, estando na altura com um trabalho "de merda", associado ao fim da relação, foram eles que me "deram a mão", e me fizeram sair de casa, para arejar as ideias. Por isso, têm um grande significado para mim. 

Contudo, um dos elementos do casal (não o primeiro que conheci, mas o outro), já se atirou a mim duas vezes descaradamente e algumas mais "de manso". Sempre dei para trás, fosse porque o namorado dele é meu amigo, fosse porque eu próprio tenho namorado (porque no entretanto comecei a namorar com o meu rapaz). Ainda assim, nunca deixei de sair com eles ou ir a casa deles ou convidá-los para a minha. Fosse apenas com um ou com os dois. 

Há uns tempos, e porque este mundo é um bidé onde tudo se sabe, descobri que este tipo anda metido em orgias. Fiquei repugnado com a situação. E se nunca equacionei abandonar esta amizade porque um deles se atirou a mim, começo a pensar seriamente nisto depois de saber desta situação. Aliás, ainda que involuntariamente, já me comecei a afastar. 

Tenho pena do meu amigo (o primeiro que conheci), mas ele parece que não tem pena dele próprio. Ele anda meio apático (coisa que já constatei com a nossa amiga comum). Pensei que eu era uma pessoa "moderna", mas a repugnância que esta situação me causou faz-me sentir um bocado "velho do restelo". 

Mas, definitivamente, preciso de novas amizades... 

sábado, 3 de outubro de 2015