domingo, 12 de junho de 2016

Coisas do FB

Há aquela foto com uma carga altamente política que se partilha no FB, que vem toda a gente fazer like (metade das quais nem são meus amigos). E depois há aquele antigo professor, que já foi patrão, de direita, e que vem fazer um like. Isto há coisas.... 

(se calhar porque uma das gajas com quem estou na foto até é bem gira e ele sempre teve fama de... gostar do sexo feminino)

Beijos em público

Ontem, no meio de uma praça super-hiper movimentada, vi um casal gay dar um beijinho. Nada de especial, um beijinho na face. E ninguém olhou de lado. E eu achei muito fofo e estava altamente babado... 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Romaria


Quintus Tulius Horatius fez a primeira romaria do ano. 
Já tenho os livros específicos para ler na praia :D 

domingo, 5 de junho de 2016

Encontros Imediatos

Ontem encontrei um amigo (talvez amigo seja muito forte - um colega?) que, apesar de ver algumas vezes, é sempre "de corrida", ou seja, a caminho do trabalho. 
Mas ontem não. Eu estava a sair do trabalho e ele estava de folga. Encontrei-o sentado numa esplanada, e sentei-me com ele. E começamos a falar, falar, falar. Sem nunca olhar para os telemóveis nem para o relógio.
Tinha saudades de uma conversa inteligente com alguém... Fez-me bem, sem dúvida... 

sábado, 4 de junho de 2016

Dia dos Namorados no Brasil





Uma das coisas que perdi quando me afastei da blogosfera foi também o seguimento dos canais do youtube de que gosto, como é o caso do "Põe na Roda" (uma vez que a conta com que sigo o canal é a mesma do blog). 



Ontem vi este vídeo, sobre o Dia dos Namorados no Brasil, que parece que se está para comemorar. Apesar de não ser fã da celebração, pelos mais diversos motivos, não deixei de achar o vídeo fofinho :) 

terça-feira, 24 de maio de 2016

Sobre a polémica dos colégios privados

Desde o meu “regresso”, pelo pouco que ainda li da blogosfera, já percebi que esta é uma polémica que também aqui chegou. Não tenho seguido com grande atenção, mas têm-me chegado algumas posições em defesa dos contratos de associação por uma via que agora não interessa para aqui. E a minha experiência da “coisa política” diz-me que quando se começa a mexer em grandes interesses começam a aparecer notícias por todos os lados para lavar a cabeça das pessoas em defesa dos interesses de alguns sem se aperceberem.

Contudo, eu já trabalhei numa escola com contrato de associação. Não tenho o hábito de levar todos pela mesma medida, mas posso contar como eram as coisas nessa escola onde trabalhei (que não direi qual era, por razões que creio que todos compreendem):

- Parte do corpo docente estava a recibos verdes há anos.
- Os professores do quadro ganhavam bem abaixo da tabela salarial da função pública.
- O número de auxiliares era bem baixo (1 empregada do bar + 3 de limpeza e a total ausência de contínuos nos corredores)
- Os alunos eram submetidos a entrevistas de seleção. Os selecionados não eram os ricos, mas sim os inteligentes. (É daí que vem a excelente colocação no ranking das notas, mas com a premissa sempre que também têm alunos pobres… pobres, mas inteligentes, é assim que se enganam os tolos).
- Os alunos menos inteligentes ou com comportamento mais problemático no 9.º ano eram “convidados” a ir para o ensino profissional (e não se utiliza o ensino profissional como mais valia, mas sim depósito de alunos com problemas. Depois passou a fazer-se isso com os cursos vocacionais, que em boa hora este ministro diz que são para extinguir).
- A União Europeia (essa instituição de bem) paga o almoço aos alunos das escolas com contrato de associação. Mas não paga aos da escola pública…
- Havia alunos nesta escola que vinham diariamente de uma capital de distrito que fica a cerca de 25 Kms, em autocarros do colégio, financiados pela Câmara Municipal. (e não existirá escola pública com capacidade nessa capital de distrito?)
- Existia uma escola pública básica a cerca de oito kms desta escola onde estive que... estava às moscas…

Esta é a realidade de quando lá trabalhei, que já foi há alguns anos. Algumas coisas podem ter mudado, mas penso que, grosso modo, está tudo na mesma.